O Maior Presente para os Gaúchos, Liga Corpo e Alma.

É a cara do Gaúcho, simplicidade, utilidade e valor. Todos ao olhar este talher, a bomba do chimarrão, lhe vem em mente à frase, “Isso só podia ser Gaúcho” e ao conhecer as histórias e valor do chimarrão dizem “Essa gente é exemplo a toda terra”. 
Quando tu perguntas a um Gaúcho que objeto tem mais valor para ele... vai sair várias respostas e todas certas dá família ao cavalo, da igreja ao bolicho tudo é de suma importância, mas ao citar a Bomba de Chimarrão, o olho para, por segundos vai ao nada como se alguém o tivesse chamando a atenção, logo veem a frase “Tche, mas isso não tem preço”. Esse objeto ou talher é de tão simples habito para todos, básico e ao mesmo tempo é uma joia inestimável que em ela não há vida. 
Ao se tocar em uma bomba, a maior saudade se abranda e na fumaça do mate tudo se explica. Todos sabem quem herdará a bomba do pai é a verdadeira joia da humildade, de família, ninguém discute, pois totos sabem que juntos compactuarão desta habito e o velho pai estará presente. E discórdia é coisa que não existe e nunca existirá em uma roda de mate, não tem como. 
A Bomba cravada na erva dentro de um seio de cuia é o brasão da amizade que te leva ao dialogo no passar de mão em mão e os olhares se entrelaçarem. E reportando a família que cajado ou cedro de humildade une a todos para um momento de diálogo e comunhão. Um relógio, um colar, uma gravata? Ou uma cuia de chimarrão?
E ai salta outra frase gaúcha, Nossa bomba é joia de família”.
       Chimarrão
       Amargo doce que eu sorvo num beijo em lábios de prata. 
Tens o perfume da mata molhada pelo sereno.
E a cuia, seio moreno, que passa de mão em mão.
Traduz, no meu chimarrão em sua simplicidade,
A velha hospitalidade da gente do meu rincão.
       Trazes à minha lembrança neste teu sabor selvagem.
A mística beberagem do feiticeiro charrua.
E o perfil da lança nua encravada na coxilha,
Apontando firme a trilha por onde rolou a história, 
Empoeirada de glórias de tradição farroupilha.
       Em teus últimos arrancos ao ronco do teu findar, 
Ouço um potro a corcovear na imensidão deste pampa, 
E em minha mente se estampa reboando nos confins , 
A voz febril dos clarins repinicando: "Avançar"!
       E então eu fico a pensar, apertando o lábio, assim, 
Que o amargo está no fim e a seiva forte que eu sinto, 
É o sangue de trinta e cinco que volta verde pra mim.
Autoria: Glaucus Saraiva

Empreendimentos

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